Escolha a Semana:
Fotos da Semana 6
Detalhes Semana 6
Descrição da Semana
Dia 7 / set / 2025 — Observe que é 1 dia após a última atualização.
Fiz uma série de podas nas plantinhas. Todas as ações são descritas no relatório a seguir a fim de documentação. Após as podas mantive observação do tempo que a luz do Sol incide diretamente sobre Rabanopolea.
Relatório:
Para melhor identificação dos espécimes é importante nomear/codificar cada um, para denominar objetivamente, sem ambiguidades, qual muda está sendo mencionada. A identificação pelo vaso é ruim, pois tenho 2 vasos iguais, posteriormente pretendo utilizar APENAS materiais recicláveis, mas nunca descuidados. Esses 2 conceitos são heterogêneos. No futuro, com os vasos reciclados, a identificação será tarefa trivial. Então, inicialmente, vou identificá-las pelos seus fenótipos. Os espécimes estão dispostos:
No vaso A (preto — comercial qualquer) tem 2 espécimes:
Espécime 1 - A menor do vaso
Espécime 2 - A maior do vaso
No vaso B (preto — comercial qualquer) tem 3 espécimes:
Espécime 1 - Caule vermelho, possui nos mais curtos (suspeito de masculinidade)
Espécime 2 - Caule vermelho, possui nos mais longos (suspeito de masculinidade)
Espécime 3 - Caule esverdeado
No vaso C (garrafa PET - reciclada de forma simples) tem 1 espécime:
Espécime 1 - única.
Será denominada pelo código do vaso (Uma letra), seguido do código da espécime (um número) sendo todas um total de 6 com os seguintes códigos: A1; A2; B1; B2; B3; C1 ou simplimente C.
Com o tempo acharei formas melhores de identificá-las, mas por enquanto essa definição metodológica, objetiva e EXCEPCIONALMENTE LONGA traz ordem e atribui nomes aos bois.
Abaixo descreverei as podas executadas, algumas com sucesso, outras nem tanto. (estou escrevendo no dia 25/setebro).
No vaso A eu fiz uma tentativa (hahahahaha) de poda de baixo estresse LST na planta A1. Essa poda é na realidade uma amarra feita para colocar alguns galhos estratégicos no ponto mais alto da planta, utilizando um conceito que já explicarei. Antes de explicar gostaria de fazer conhecido o fracasso dessa tentativa. Acredito que o suporte, que havia feito anteriormente, para o vaso fez mais atrapalhar que ajudar. Creio nisso, pois os hormônios de crescimento se concentram na região mais “alta” da planta. E não foi feito aproveitamento desse conhecimento na maneira como foi executada a amarra, pois a região mais distante do solo é uma parte do caule. É muito interessante pensar que o suporte pode em horas ajudar, como na fase da germinação, em horas atrapalhar. Além da problemática apresentada, some ao fato dessa a técnica ser mais eficiente em plantas mais maduras que a A1. Fiz também uma poda apical (HSL) no espécime A2 (conhecida vulgarmente por topping ou top), essa poda consiste em encontrar o no posicionado no ápice (pico) da muda e cortá-lo com uma tesoura ou lâmina afiada. Acreditei que esse era o caminho a ser seguido, pois essa planta apresentou sinais claros de feminilidade desde a germinação, estava no seu 3° nó e, baseado na observação, a mais desenvolvida.
No vaso B e C foi feito poda LST em todas as plantas.
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